
No Sábado acabei por te ver,
fiquei a observar-te, encostada áquela árvore que já me conhece, melhor a ti que a mim, mas que já me serviu de sombra em muitas tardes quentes.
Chorei enquanto ali estive, foi impossível conter os sentimentos, reprimir o que o coração nos dita, e falei contigo mesmo sem saber se me conseguiste sequer, ouvir.
Deixei o local que me conhece os passos há já largos anos e, sem nunca olhar para trás, senti a tua presença, a tua companhia na minha caminhada, pela subida íngreme que, infelizmente, já me conhece os passos.
Deixei saudades...tantas... e uma flôr, mas um dia, quem sabe eu possa ter a certeza que naquele Sábado, tu também o sentiste. Na árvore de sempre, ficou a marca, a nossa, aquela que nem o tempo nem a distância ainda apagaram.
Que saudades, amigo!
5 comentários:
Saudade, essa palavra tão tipicamente portuguesa...
:)
:) Beijos querida!
A.
Eu tenho saudades tuas, miguxa!!
Há amizades que nem o tempo nem a distância apagam.
Muitos beijinhos
:*
E entre o Aqui e o Agora será que nos podemos encontrar uma ou duas vezes?
:)
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